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23
Jan 07

O texto que seguidamente transcrevo, mostra quem cometeu assassinatos ao longo da história e agora, se outorga defensor da vida humana, um facto é que se adaptaram á vida em sociedade, mas não deixam de ser fanáticos por um mito  .

Devem no entanto absterem-se de nos dizerem o que fazer, pois eles em nada dignificaram a vida humana e ainda hoje, dão os sacramentos aos condenados à morte, em países como os Estados Unidos, em vez de se imporem ai sim pelo direito à vida.

Como a igreja durante séculos nunca respeitou um dos mandamentos da lei de Deus, que é o :

NÃO MATARÁS  - como se pode ler mais abaixo, com que direito vêm agora armados em santos, condenar uma decisão que est á para ser referendada por um povo, em que se prevê que o SIM vença e venham, com ameaças que apenas afectarão os mais fracos psicologicamente, pois todos temos a certeza de algo, quando morremos não subimos, descemos.

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Contam-se aos milhares as páginas que relatam a agonia de pessoas torturadas, destruídas pela máquina inquisitorial.

Os discursos de vida são expectáveis: o exílio, a prisão, a ruína entrecruzam-se em destinos que se enrolam ao pescoço, quando se nascia cristão-novo ou judeu, em Portugal, em tempos de Inquisição.

Perseguidos pelo medo de areia fina, como definiu Federico Garcia Lorca, homens, mulheres e crianças sabiam/ sentiam a omnipresença de muitos olhos e ouvidos; por zelo religioso e pelas indulgências com que acenavam a quem denunciasse ou ajudasse a prender os hereges. Delatores de vocação e profissão alimentavam um catolicismo intransigente, sustentavam o Tribunal do Santo Ofício.

MEDICINA NA BEIRA INTERIOR DA PRÉ-HISTÓRIA AO SÉCULO XX

publicado por . às 16:31

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