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Mai 06

Estremoz, é uma terra em que os sinais de trânsito teimam em não aparecer,  continua a existir urbanizações sem qualquer tipo de sinal, o que torna  o transito um caos. 

 Não havendo estacionamentos proibidos, há ruas em que só se pode circular com a viatura num dos sentidos e se encontrar outra de frente, alguém terá de recuar.

Já agora não façam como em Albufeira, que devem ter sinais a mais, afinal é obrigatório ou é proibido (foto recebida por e-mail ao seu autor desconhecido, um belo momento do que se faz por este País)

Voltando a Estremoz, uma placa que devia ser mudada  antes que o comando da policia descubra, é precisamente a do parque de estacionamento do rossio,  onde se encontra inscrita a seguinte limitação  " ligeiros de passageiros " pois é, se a policia descobre o sinal, os carros comerciais que são cerca de 70 % dos carros estacionados no rossio, estão a transgredir logo passíveis de ser autuados, visto que esse tipo de viaturas é considerada,  ligeiros de mercadorias.

Basta apenas que se apague a palavra passageiros e ai já dá para todos os ligeiros, no entanto quanto a este parque de estacionamento, deveria ser criada uma área reservada a autocarros de passageiros,  é que os visitantes do Centro de Ciência Viva de Estremoz, normalmente são escolas de todo o País e de acordo com a placa acima citada, nada de bom seria para a imagem de Estremoz que o autocarro fosse multado, pois os folhetos de apresentação a nível nacional deste Centro,  indicam como parque de estacionamento para autocarros, o Rossio.

Penso que estará ao alcance do Município de Estremoz solucionar este erro que pode mexer no bolso dos Estremocenses e dos visitantes.  

Imagem publicitada pelo Centro de Ciência Viva de Estremoz na Internet

 

publicado por . às 19:35

Discordo integralmente! Por exemplo: Não "Basta apenas que se apague a palavra passageiros". É necessário, isso sim, colocar a Assembleia Municipal a funcionar para chamar à responsabilidade a incompetência do poder executivo da Câmara Municipal. Entendem onde está o cerne dos problemas? Ou não querem entenderem! O cerne do problema está na inversão dos poderes executivo e deliberativo que se tem vindo a consolidar incorrectamente ao longo das últimas décadas, satisfazendo âmbições e interesses pardidários. De uma vez por todas: A Assembleia manda, a Câmara executa e ponto final acabou.
AJPM a 12 de Maio de 2006 às 03:17

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