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18
Nov 06



A luta contra a politica do actual governo, liderado por José Sócrates, continua nas ruas. Desta vez não aparece só o sector público, mas também o sector privado e as forças militares e militarizadas,  que se juntam a este coro Nacional de protesto em dias diferentes, ao que parece no dia 23,  tendo o mesmo objectivo, contestar as medidas levadas a cabo por este governo, que sob a égide do equilíbrio orçamental, teima em terminar com tudo o que foi conquistado pelos trabalhadores, ao longo de muitos anos de luta e inclusive, na destruição de sistemas de saúde alguns deles criados, no tempo de António de Oliveira Salazar, chego muitas das vezes a pensar, se Salazar voltasse ao contacto com o povo Português, colocaria de certeza a questão " Se achavam que eu era mau, o que dizer deste individuo, que em relação a mim, só tem em comum a letra S " do seu nome?"
Quem esteja atento ao que se passa por este Portugal, verifica que cada vez mais fabricas fecham, no entanto o Instituto de Emprego e o Instituto de Estatística, (ambos dirigidos pelos ... do Partido Socialista ) dizem que o desemprego esta a diminuir, que o digam os funcionários, das fabricas que fecham.
publicado por . às 22:27

PODES CRER E SABES O QUE ME AFLIGE MAIS?? È A COMUNICAÇÃO SOCIAL QUE É O VERDADEIRO PODER NESTE UNIVERSO RELATA AS COISAS COMO SE ASSIM FOSSE E O NOSSO POVINHO ACREDITA...
COMO É POSSIVEL ESTA GENTE MENTIR TANTO... NO DIA EM QUE FECHARAM MAIS UMA FABRICA TEXTIL NO NORTE DO PAÍS SAIRAM PARA A RUA RESULTADOS FEITOS PELA MAQUINA SOCIALISTA A DIZER QUE O DESEMPREGO TINHA BAIXADO ... SABES É QUE OS CENTROS DE EMPREGO ESTÃO CHEIOS DE GENTE Á ESPERA DE UM OPORTUNIDADE E ENQUANTO ESTÃO LA SENTADOS NÃO DIZEM NADA NÃO FAZEM Nª COMO TAL ESTÃO ACTIVOS... SE ISTO SE COMPREENDE VOU ALI E JA VENHO...
Anónimo a 20 de Novembro de 2006 às 17:02

A culpa não pode ser sempre do "homem"..., ou seja, do Sócrates.
Discordo de muitas medidas, mas nenhum Cavco, Guterres ou Santana Lopes, talvez, tenha tido a coragem de :
- Afrontar os bancos, com várias das arbitriedades que praticam
- Colocar, aos agentes económicos (bem, os grandes, aqueles que nos mandam facturas para casa, como a EDP, PT, Águas, etc), a questão dos "arredondamentos" e, mais imporante (e aí há que ser cidadão...) cada um se queixar dos abusos de que é vítima enquanto consumidor (em Esdtremoz é difícil, pois a gestão Mourinha deixou um contrato com a Deco, com atendimento um dia por mês, sem privacidade que o sigilo de uma queixa obriga, na Biblioteca...)
- Sobre as reivindicações de alguns grupos, como os Professores (sim, aqueles com letra grande), por "Amor de Deus"... Voltei ao ensino secundário 13 anos depois e percebi que impera, ainda mais o espírito "corporatvo": a antiguidade é um posto. A inovação, as novas experiências, a interacção viva com os alunos, fica para os "novos", mesmo quando, como eu, chegam com 17 anos de ensino. Os "profissionais do ensino" (assim mesmo, com letra pequena), "sofrem" muito porque (imagine-se!!!) têm de fazer programações, planificações, relatórios, actas, etc.
Isto é culpa do Sócrates, da Ministra, ou é falta de "atributos genitais" a quem se afirma Professor ?
Sou sindicalizado desde 1997 e até fui dirigente sindical, nos Açores, há 13 anos, mas começo a duvidar de quem defende os trabalhadores e, como no caso dos Professores da Zona Sul, não vai á Escola dar uma aula há mais de 15 anos...
De ética de esquerda estamos conversados.

Abel Ribeiro
abel a 20 de Novembro de 2006 às 23:17

Olha este, virou a casaca agora é um acerrimo defensor do Socrates, eu pensava que ele era o dirigente maximo do BE no Alentejo, já vi que lhe devem ter dado um tacho, diz que chegou agora ao ensino depois de lá ter saido, voltou agora e já discorda da luta dos professores? Deveria querer que o colocassem em director da escola ou em coordenador de grupo e os professores, que estavam lá na escola eram ralé e ele, passava à frente dos professores mais antigos, democracia socratica quase de certeza, quanto aos atributos genitais pode ter a certeza que os professores, os terão, no entanto acho menos bem, um sociologo utilizar esse tipo de linguagem em relação à sua classe, na minha opinião, defacto o meu amigo regressou agora, com este tipo de afirmações, só leva a que os seus colegas fiquem satisfeitos consigo, já agora no ataque ao sindicato, deve meditar aquilo que diz com mais ponderação, pois tambem foi dirigente sindical, por outras palavras vá dar banho ao ..., pois o senhor quando candidato do BE pelo distrito de Evora, não tinha essa postura. Algo de muito mau lhe deve ter acontecido, para estar contra tudo e todos, pondere a sua forma de estar na sociedade pois vive nela.
Bolão a 21 de Novembro de 2006 às 18:21

A título informativo, saí dfo Bloco dfe Esquerda no dia 14 de Agosto.
Sobre os "tachos", nimguem me deve tacho algum; se andase á procura disso, as minhas opções partidárias seriam outras.
Como sou educado, não mando ninguem dar banho ao cão. Mas devia ter "atributos genitais" para, como eu, usar o nome verdadeiro e, já agora, não fazer juízos sobre quem não conhece...
Não defendo o Sócrates, como não defendi nennhum PM portugês, a não ser a ML Pinntassilgo. Simlesmente, fazer oposição primária e invocar semelhanças ao Salazar, não posso tolerar.
Salientar o positivo também é fazer oposição.
Abel Ribeiro a 23 de Novembro de 2006 às 11:57

Senhor Abel, se ficou ofendido com o dar banho... esse problema será seu, porque quem ofende no comentário a classe dos PROFESSORES é o senhor, aos que se pode ler nas entrelinhas do seu comentário é que os professores são inúteis e corporativos ... segundo dá a entender. No entanto o Sr. voltou ao ensino, segundo afirma passados 13 anos, a uma profissão, que diz ser de inúteis e corporativa, porque será que se rebaixou, ...?
Quanto à comparação de Sócrates com Salazar, gostaria de lhe deixar aqui um estrato de textos do mesmo, compilados por Fernando Correia da Silva, em Vidas Lusófonas .
«Para admirar e orgulhar-se da nossa Pátria heróica, do nosso Estado forte, não é preciso ser-se instruído. Instrução, para quê? Basta saber ler e escrever e não é preciso que sejam todos. Se tiverem alguma dificuldade de entendimento, lá está o senhor padre para os aconselhar e orientar. Para as primeiras letras, e só para essas, mando construir uma rede de escolas pela Nação fora, e mais não é preciso. Se fôssemos todos doutores, quem iria amanhar a terra, quem iria amassar o pão, quem iria assentar tijolos? Não permito que a falsa sabedoria perturbe a inocência do nosso povo. Esconjuro a tal universidade popular desse tal Bento Caraça; é ateu, interfere com a lei divina, é comunista disfarçado de matemático, é demitido e preso.

Manda quem pode e obedece quem deve, esta é a ordem natural das coisas. Não mexo na propriedade, ela é intangível. Cobiçar os bens do próximo é tentação assoprada pelos comunistas.

Bem sei que é preciso fomentar a produção industrial. Mas o fomento é planeado por mim e aplicado conforme o Estado exige, não permito que se ponha em perigo o equilíbrio orçamental que tanto me custou a alcançar. Observo que o mundo campestre provoca os sorrisos desdenhosos da economia industrial. Por mim, se tivesse de haver competição, continuaria a preferir a agricultura à indústria. Mas se eles querem enriquecer depressa, não chegam lá pela agricultura. A faina agrícola é, acima de tudo, uma vocação de pobres. E o nosso é um povo de pobres, filhos de pobres. As nossas raízes mergulham fundo no torrão natal.

Não admito reivindicações salariais e muito menos greves, isso é obra de comunistas. Se a economia industrial está a enriquecer uns poucos e a levar um excesso de pobreza a muitos, só a mim cabe corrigir o excesso, cristão eu sou.»
Talvez se ler estes textos e os transportar para os dias de hoje não ache diferenças.
Bolão a 23 de Novembro de 2006 às 18:30

E que tal um curso de análise de conteúdo para perceber que não ofendi a classe dos Professores mas alguns dos seu membros que, todos sabemos, têm o tipo de atitudes que eu refiro e que, no meu entendimento, é gravoso e,isso sim, ofende a classe docente ?
Ou também não é verdade que há sindicalistas que há mais de uma década não dão uma aula ?
Se todos sabem isto, zê-lo, quebrando, essa sim, uma salazarenta hipopcrisia corporativa ?
Já agora, continua sem se identificar; as aitutudes "corajosas" de quem utiliza a blogosfera para o insulto "personalizado" e individualizado" é digna de registo (á atenção do Senhor Webmaster.
Sobre ser acérrimo defensor do Sócrates, nem lhe respondo... Não fui eu candidato contra as listas dele ?
Abel Ribeiro a 23 de Novembro de 2006 às 20:27

Já agora, senhor BOLÃO, nunca me arroguei em dirigente máximo do BE no Alentejo. Ele existe e chama-se Alberto Matos e reside em Beja.
Já agora, onde se baseia para me insultar, de forma personalizada e individualizada (á tanção do senhor Webmaster), de "vira-casacas": saí do BE tal, como em 2000, saí do PCP: pela ESQUERDA e em coerência com uma ética e prática política e de vida quotidiana de esquerda que, já agora, aproveito para lhe transcrever, citando uma conferência de Miguel Portas : "Ser de esquerda é, em cada minuto e acto da vida ´diária, acreditar numa utopia igualitária, construída com base no trabalho como relação social estruturante, mas onde, cada vez toma mais peso o acreditar-se numa fraternidade solidária que conduz á participação cidadã de todos,logo a sociedades inclusivas."
É nisto que acredito, radicalmente.
Abel Ribeiro a 23 de Novembro de 2006 às 20:36

Era uma vez um rapazinho, que meteu na cabeça ser de esquerda, então vagueou pelo PCP, quando era mais velhinho foi autarca da CDU, um dia zangou-se e aparece no Bloco de Esquerda, e fala de ética? Para não ficar com duvidas escolhi uma enciclopédia e, fui verificar o significado da palavra, não entendia como este senhor, se colocava em relação à frase: "De ética de esquerda estamos conversados."

"""A ética pode ser interpretada como um termo genérico que designa aquilo que é freqüentemente descrito como a "ciência da moralidade", isto é, suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto.

Em filosofia, o comportamento ético é aquele que é considerado bom, e, sobre a bondade, os antigos diziam que: o que é bom para a leoa, não pode ser bom à gazela. E, o que é bom à gazela, fatalmente não será bom à leoa. Este é um dilema ético típico.

Portanto, a ética juntamente a outras áreas tradicionais de investigação filosófica, e devidas subjetividades típicas em si, ao lado da metafísica e da lógica, não pode ser descrita de forma simplista. Desta forma, o objetivo de uma teoria da ética é determinar o que é bom, tanto para o indivíduo como para a sociedade como um todo. Os filósofos antigos adotaram diversas posições na definição do que é bom, sobre como lidar com as prioridades em conflito dos indivíduos versus o todo, sobre a universalidade dos princípios éticos versus a "ética de situação". Nesta o que está certo depende das circunstâncias e não de uma qualquer lei geral. E sobre se a bondade é determinada pelos resultados da ação ou pelos meios pelos quais os resultados são alcançados.

O homem vive em sociedade, convive com outros homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: “Como devo agir perante os outros?”. Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida. Ora, esta é a questão central da Moral e da Ética. Enfim, a ética é julgamento do caráter moral de uma determinada pessoa.(wikipédia)"""

Depois de ler este texto fiquei com a real noção, esse senhor não tem o que disse e, estamos conversados.

estrelinha a 21 de Novembro de 2006 às 19:33

Falta de ética é, tambérm, fazer juízos de valor sobre quem não se conhece, como teve a ousadia de fazer.
Falta de ética seria, ainda, esconder-se atrá de um pseudónimo. Aliás, isso é cobardia...
Estamos conversados.
Já agora, o "rapazinho" tem quase 50 amos e nunca anfou a "passear" pelo PCP: foi militante num Concelho difícil e foi alvo de várias arbitrariedades, por isso mesmo. Para a próxima, informe-se melhor ou reveja as sua fontes.
Abel Ribeiro a 23 de Novembro de 2006 às 12:01

Bem o meu nome está correcto pois os meus amigos assim me chamam, agora não sou como o Sr. uma figura pública dai o Sr. me considerar anónimo que é isso que sou uma cidadã anónima que o viu a fazer campanha pelo BE nas ultimas autárquicas e legislativas.
Se considera eticamente em questões de politica, correcto, a posição que tomou no jornal Ecos, pronunciando-se em nome de um partido, ao qual diz ter renunciado em Agosto, é que estávamos em Outubro e os seus camaradas de lista, podem não ter gostado desta tomada de posição, alguém que se desvincula e continua a opinar, sobre questões colocadas a esse partido, só revela tem uma ética de bradar aos céus, para relembrar a sua memória, transcrevo o seu inicio de resposta:
"1- Antes de mais, devo fazer um esclarecimento prévio.
Em finais de Agosto, solicitei a minha desfiliação do Bloco de Esquerda, por razões pessoais. Contudo, porque não existe qualquer divergência política ou ideológica entre mim e o BE , mas, repito, uma questão do foro pessoal, e porque o meu pedido de desfiliação ainda está em apreciação, foi-me dada concordância para que fosse eu a responder."

eticamente falando, estamos conversados.
Estrelinha para os amigos.
estrelinha a 23 de Novembro de 2006 às 19:03

Não sei se o Carlos Luna , o João Ferro ou o Filipe Luna (únicos militanes activos e com situação regular que conheço no BE em Estremoz), discordaram da minha posição; julgo que não, pois, de seguida, o BE legítimo, repetiu, na essência, o que eu disse.
Como citou, e bem, consultei quem de direito sobre quem deveria dar tal testemunho. E quem de direito é quem, na Mesa Nacional do BE, acompasnhava esta questão.
Já agora, o depoimento foi-me pedido em Setembro e, como qualquer responsável dos ECOS lhe poderá confirmar, aprecebendo-me que outros que não os acima ditos estavam (sabe-se lá como souberam...) incomodados por ser eu a dar tal testemunho, SOLICITEI AOS ECOS QUE CONTACTASSEM O BE PARA QUE OUTRO O FIZESSE.
Sobre o atrevimento que continua a ter em acusar-me de falta de ética, convido-o (ou convido-a, pois como não frequento o seu circulo, não sei quem é) a dar outros exemplos que provem que eu não tenho ética. É que se não o fizer, existe, mesmo para blogs, modos de agir contra quem difama gratuitamente. Á atenção, também, do senhor Webmaster, pois não tolero que, sob a capa de um pseudónimo ou "petit-nom" que não tenho obrigação de conhecer, alguem faça OFENSAS PERSONALIZADAS E PERFEITAMENTE DIRECIONADAS A ALGUÉM IDENTIFICADO INDIVIDUALMENTE (e reforço o "personalizado" e o "individual", pois a (o) senhor(a) não se está a dirigir a um grupo,, onde cada um "enfia o barrete", mas a uma pessoa ).
Fica solenemente alertada a(o) Estrelinha de que, se insistir em me acusar de falta de ética e não o provar, identificando-se e com factos, acaba de comprar uma batalha jurídica.
É que Você não me conhece e, como tal, dass dua uma: ou se está a ver ao espelho(e isso será um caso clínico), ou está de má-fé (e isso é um caso de polícia)...
Descanse, Estrelinha, não sou, como diz, figura pública. Estou, si, habituado a dar o nome e a face por causas, como foi e srá (mesmo não sendo, já, filiado), o BE; foi isso que fiz, sucessivamente, em Beja, Évora e Estremoz e havia já feito, pela CDU, nos Açores, Arruda dos Vinhos e Lisboa.
Por isso não recebo lições de anónimos e difamadores.
Abel Ribeiro a 23 de Novembro de 2006 às 20:19

Tenho seguido esta rabula, que por aqui tem passado, normalmente não permito comentários fora de tom no entanto permiti as suas, qualquer das repostas aqui dadas neste dialogo, não creio que levem a ofensas personalizadas, visto que na giria politica quem muda de partido normalmente é considerado um vira casacas, onde me poderei incluir, só que não cheguei ao ponto de me filiar em qualquer outro partido politico, em relação às suas ameaças frizadas nas questões etica, apenas vejo algumas defenições filosoficas e no ultimo comentário uma questão que lhe foi colocada, que merecia uma resposta como seria logico, visto que a mesma foi publicada no jornal ecos, sem que as terminasse em ameaça pois nessa edição alem do texto citado, existe uma outra missiva.
Apenas um comentário agora meu, a sua intervenção inicial da forma como foi concluida, era plausivel deste tipo de respostas e questões, e para que terminem este tipo de conversas, todos os comnetários assinados pelo Sr. Abel Ribeiro a partir deste momento, serão excluidos da edição deste Blog.

O WEBMASTER
. a 23 de Novembro de 2006 às 21:31

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