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25
Jul 06

foto AFP

Isto é uma foto de um cenário de guerra, quem vê a alegria desta jovem Israelita a assinar uma bomba, juntamente com outras crianças que devem partilhar da mesma alegria, as mensagens serão para as crianças palestinianas caso a bomba não rebente a dissuadirem-nas da guerra. Acho que nem os jovens Arianos se lembrariam de ter uma atitude destas, enfim afinal são J...

publicado por . às 15:50

Óh meu amigo Albino (que tem andado desaparecido e nem responde aos mails) esperava comentários mais elevados da parte do meu amigo. as questões do médio oriente são complexas de mais, para merecerem só um post completamente sectário como puseste. mas comento na mesma linha. e os míssieis do Hezbolah são tantos que nem têm tempo de os escrever?! e os suicidas-bombistas levam dedicatórias escritas? estes são porque são judeus.
e os outros? é porque são palestinianos? ou simplesmente porque são terroristas?! nem 8 nem 80. não sou apologista da guerra, mas todos merecem lá estar com razão .Tantas razões têm os israelitas (repara que não digo judeus...) como têm os palestinianos. o que sou é completamente contra o terrorismo. esses não têm nem razões nem desculpa. este assunto merecia um comentário mais complexo, mas neste momento não posso.
antonio jose garcia a 26 de Julho de 2006 às 11:29

Meu amigo AJG, se bem me lembro a definição de terrorismo é:
((Terrorismo é o uso de violência, física ou psicológica, por indivíduos, ou grupos políticos, contra a ordem estabelecida. Entende-se, no entanto, que uma dada ordem pública também possa ser terrorista na medida em que faça uso dos mesmos meios, a violência, para atingir seus fins.

A guerra de guerrilhas é frequentemente associada ao terrorismo uma vez que dispõe de um pequeno contingente para atingir grandes fins fazendo uso cirúrgico da violência para combater forças maiores. Seu alvo, no entanto, são forças igualmente armadas procurando sempre minimizar os danos a civis para conseguir o apoio destes. Assim sendo, é tanto mais uma tática militar quanto menos uma forma de terrorismo.))"in wikipédia"

O terrorismo pode ser indiscriminado, selectivo, de estado e por ai adiante, se nós olharmos para a história recente podemos encontrar muitos focos de terrorismo no mundo e de organizações tais como: Ku Klux Klan (USA),Brigadas Vermelhas(ITALIA), ETA (ESPANHA), Al Qaeda, IRA (IRLANDA), Frente de Libertação Islâmica, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Exército de Libertação Nacional na Colômbia, Grupo Combatente Islâmico Marroquino, Separatistas Chechenos, Brigada dos Mártires Al Aqsa e Hezbollah, mas podemos continuar com o terrorismo de estado, como aconteceu sob o alto patrocinio dos United States of America, aquando da operação condor na America Latina, nomeadamente no Brasil, Argentina, Chile.
Mas tambem podemos considerar terrorismo o que se tem passado, por muitos outros pontos do mundo, onde o terrorismo de estado tem marcado a sua presença, holocausto na Alemanha nazi, a repressão stalinista na União Soviética, a China de Mao, o Japão, o genocídio arménio na Turquia, a ditadura de Pinochet no Chile, o regime de Pol Pot no Camboja, a ocupação indonésia em Timor Leste, etc.
Como vê, sobre terrorismo podemos tambem falar do nosso 1º de Dezembro de 1640, foi o fim de uma epoca de terrorismo, em que os terroristas eramos nós, para os Espanhois e para nós vice-versa, pois estavamos com Portugal ocupado e como é natural, os portugueses viviam descontentes e compreendiam que só uma revolução bem organizada lhes poderia trazer a libertação, logo aqui para os Espanhois não seriamos terroristas e os Espanhois para nós, não seriam terroristas? Ou terei de colocar aqui Angola, Moçambique, Cabo Verde, ... onde nós fomos combater terroristas ou fomos, como terroristas? Depende da forma e do lado que nos pomos a observar o assunto. A terra era deles, nossa é que não era como não é hoje, afinal quem eram os terroristas neste caso?
Poderia escrever mais sobre o assunto, como vê o tema é vasto e complicado.
Albino a 26 de Julho de 2006 às 16:40

disfarçares a legitimidade da ofensiva israelita que é o que está em causa, sem esquecer a legitimidade do povo palestiniano (que não os terroristas do hezbollah), com uma análise, correcta e com a qual concordo nalgumas coisas, sobre as definições do que é ou será o terrorismo não está com nada! Há que ver a história , a política, a geopolítica e as motivações que enredam o médio oriente em guerra há mais de 50 anos. "Para dizer que vai acontecer, é preciso entender o que já aconteceu" Nicolau Maquiavel. e com esta me fico... por agora.
antonio jose garcia a 27 de Julho de 2006 às 16:44

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