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15
Jul 06

na integra o comunicado da CDU (ESTREMOZ ) que nos chegou hoje, devido a considerarmos importante a informação nele contida.

 

publicado por . às 23:42

Espero que o PS e o PSD elaborem uma resposta condigna ao comunicado do CDU que diga-se ,enferma de vários erros, e cujo texto e afirmações já são por todos conhecidas.
Joaquim Silva a 18 de Julho de 2006 às 19:16

Será que as pessoas que estão á frente da Gestão Autárquica, são alguns "monstros" que querem matar as pessoas á sede? È possível "pensar-se" que estas pessoas são irresponsáveis ao ponto de querer acabar com o abastecimento da água em Estremoz? Façam-me um favor Senhores da CDU, parem! Parem de ser "peças de museu", é já é tempo de aprender com os que ajudaram a fazer o Vosso partido ou pelo menos tenham respeito por eles.
Guma
Guma a 20 de Julho de 2006 às 12:16

Pois é...
Mas quem continua a querer ter "quintais" , sejam eles sindicais, laborais, autárquicos, não consegue perder o amor a essas "coutadas".
Só que as coutadas eram sítios onde caçavam, antes do 25 de Abril, os Carmonas, Américos Tomás, etc.
Mas, enfim, uma Câmara com uma maioria de esquerda deveria saber tomar decisões de esquerda. Só que a "esquerda de museu" (PCP), consegue ultrapassar no seu conservadorismo, o PS neo-liberal.
Por isso, tirar todo e qualquer "brinquedo" aos saudosos filhos e enteados da gestão "Mourinha" (cuja história gostaria fosse feita, em termos de despesas, facturas, "bocas" e outras alarvidades), dá-me um prazer enorme.
Isto tudo, em nome, claro está da Esquerda, pela sua dignidade.
abel a 20 de Julho de 2006 às 19:12

Anexo "Comunicado do Bloco de Esquerda"

COMUNICADO DO NÚCLEO DE ESTREMOZ
DO BLOCO DE ESQUERDA


Têm vindo a verificar-se, em Estremoz, factos políticos que merecem, da parte dos militantes locais do Bloco de Esquerda, algumas reflexões.

Comecemos talvez por referir o problema de extinção, ou não, da EDECE (Empresa Municipal vocacionada, teoricamente, para o Desenvolvimento Económico do Concelho). Vivos debates têm rodeado esta questão. Assim, é nosso entendimento que a situação existente era insustentável, pois a dita Empresa não estava a cumprir os seus objectivos técnicos e financeiros, com manifesto prejuízo para o orçamento municipal, principalmente porque quase só se ocupava com a gestão do Parque de Feiras.

A sua extinção, ou mesmo a sua remodelação, todavia, não resolve por si só a globalidade do problema; antes cria, para já, uma questão laboral. O que deve evitar-se a todo o custo é que, de futuro, uma estrutura alternativa incorra nos mesmos erros. Na verdade, o País está cansado de ver surgirem instituições ou organismos que, em última análise, funcionam como agência de empregos para as formações político-partidárias que vão ocupando o Poder, a nível local ou nacional.

A outra reflexão coloca-se a nível da Gestão das Águas. A preocupação fundamental duma esquerda que se quer moderna, é a de que os cidadãos sejam e se sintam donos do seu património, no qual a água está incluída. Para além disso, a gestão deverá contar com os seus representantes democraticamente eleitos. Por fim, que se possa usufruir desse património nas melhores condições de preço, qualidade, respeito pelo ambiente e outros factores. Desde que estes pressupostos estejam minimamente garantidos, todas as soluções serão defensáveis.
A visão maniqueísta, segundo a qual tudo se reduz a uma luta entre o bem e o mal, e segundo a qual também tudo o que é Privado é necessariamente mau, e tudo o que é Público é bom, tem-se revelado redutora de opções e conduziu a situações de impasse e imobilidade, que puseram até em causa Sistemas que se presumiam perfeitos.
Por outro lado, certas políticas tidas como “modernas”, mas cujos fundamentos, e até efeitos funestos, podemos encontrar há mais de 200 anos, parecem esquecer igualmente as lições da História e da luta dos mais desfavorecidos.
Neste contexto, não é fácil ser juiz. Pode-se, todavia, admitir que entidades privadas venham a gerir ou administrar bens públicos desde que esteja assegurado um controle mínimo, por parte dos cidadãos, através dos seus eleitos, dessa mesma gestão/administração, garantindo a continuidade da posse e justo usufruto desse bem pelas populações.

Em todo este processo, devem prevalecer a honestidade e a transparência, e nunca será admissível que se desvirtuem, através de manobras antidemocráticas e de bastidores, promessas e objectivos traçados previamente e nos quais o cidadão acredita e se revê.

Estremoz, 18-Julho-2006

O Núcleo de Estremoz do Bloco de Esquerda
abel a 20 de Julho de 2006 às 13:01

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